segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Sinopse do Filme Across the Universe – 2007 (Musical)


Em meados dos anos 60, Jude, um garoto de Liverpool insatisfeito com seu trabalho na construção de navios, decide cruzar o Atlântico para conhecer seu pai,
 zelador do campus da faculdade de Princeton, que abandonou sua mãe ainda grávida. Depois de trocar algumas palavras com seu pai, Jude conhece Max, um garoto de família bem sucedida e que também passa por um momento derradeiro em sua vida, decidindo largar os estudos e embarcar para Nova York em busca de aventura e para encontrar seus amigos que estão envolvidos em movimentos da contracultura, na luta contra a guerra no Vietnã.

Jude se apaixona pela irmã de Max, Lucy, em meio a protestos e uma cena musical caracterizada por Sadie, e o guitarrista recém chegado, Jo Jo. Os nomes parecem ter algo em comum? Sim, são todos personagens principais de canções consagradas dos garotos de Liverpool: The Beatles! E, claro, o filme é marcado pela interpretação dos protagonistas, com arranjos autênticos e, na maioria das vezes, incríveis, traduzindo sentimentos completamente diferentes dos já conhecidos pelos Reis do Iê Iê Iê. O que se vê aqui são canções carregadas de emoção e que dão cor, ou melhor, som, ao enredo de “Across the Universe”. 

A bela “Let it be” é a trilha da morte do irmão de Jojo no conflito de 1967, em Detroit, Michigan, entre policiais e civis. A representação é de arrepiar a pele, com uma alma soul e black, interpretada durante o funeral com um coro ao estilo da música gospel negra. Outro momento incrível ocorre quando Max é chamado para servir o exército das forças americanas, o Tio Sam. Em uma analogia ao slogan da campanha do exército americano, a canção escolhida para caracterizar o recrutamento de Max é nada menos que “I Want You (She´s so heavy). A imagem do Tio Sam apontando para você e dizendo I want you veio à cabeça? Pois bem, dá para imaginar a cena.

Tirando algumas pequenas interpretações ao estilo musical Glee ou High School Musical, o filme Across the Universe impressiona, especialmente àqueles fanáticos pelos 4 garotos de Liverpool e suas inesquecíveis canções. Com as memoráveis participações de Bono, U2, Joe Cocker, o filme recebeu indicações ao Oscar, Globo de Ouro e Grammy, porém sem êxito em nenhum deles. Uma das versões que merece destaque é a interpretada pelo guitarrista Jojo na belíssima “A day in the life”, com a versão do majestoso Jeff Beck.


Por Leandro Mendes
Sinopse CineMusical

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Sinopse Os Três Patetas - The Three Stooges (2012)


Muitas risadas estão garantidas no novo filme do trio mais maluco da Terra: Os Três Patetas.

Previsto para circulação em todos os cinemas do país, o filme contará com personagens que bem de perto se igualam aos da antiga série.

Entretanto, sem previsão de estréia aqui no Brasil,  teremos que nos contentar com o trailer que já pode nos dar uma pequena "palhinha" das atrapalhadas e insanas situações vividas pelos três.



Por Thiago Alzani

Sinopse Cinemusical

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Bang Bang Você Morreu! – Teatro do Ator (2012)


A companhia de Teatro D´Rock entrou em cartaz com o novo espetáculo “Bang Bang Você Morreu!” no último dia 20 de março no Teatro do Ator, em São Paulo. Baseada no livro do escritor americano William Mastrosimone, Bang Bang You´re Dead, a peça de teatro gira em torno da mente de Josh, um garoto inteligente, que por diversos motivos e distúrbios psicológicos, decide matar alguns de seus colegas de sala. 

A história se inicia pelo final da história, com Josh na cadeia, onde ouve as vozes vindo da escuridão representadas por seus colegas assassinados, que buscam descobrir os motivos que o levaram a cometer o crime. A partir daí que a história ganha força e o espectador passa a acompanhar a mente de Josh, seus pensamentos, e vai descobrindo ao longo do espetáculo os reais motivos que o fizeram utilizar a arma dada por seus pais para matar seus colegas. Dentre os motivos mais claros estão o Bullying, a superproteção de seus pais e o abandono de sua namorada.

Todos aqui são carne morta!

A frase acima é escrita no quadro negro da sala de aula, mas ninguém sabe quem foi. O principal suspeito: Josh! Quando descobrem que ele foi o autor da ameaça, Josh é expulso da escola e mais uma vez é motivo de piada para seus colegas de sala, alimentando a raiva e fúria em sua mente.

Na peça, são 13 atores trabalhando durante uma hora em um cenário simples, apenas com cadeiras, lanternas e alguns pequenos detalhes de figurino que se alteram ao decorrer da história. Porém, somente o cenário é simples - as falas e versos dos atores são complicados, dinâmicos e muito bem encaixados um a seguir do outro de forma rápida.

O espetáculo "Bang Bang Você Morreu!" fica em cartaz até dia 22 de maio, com apresentações todas as terças-feiras, às 21h, no Teatro do Ator, Praça Franklin Roosevelt, 172, Consolação, SP

Valor: R$ 30,00 (há meia entrada para estudante, classe teatral e aposentados)

Por Leandro Mendes

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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Don´t Explain – Beth Hart and Joe Bonamassa (2011)


Esse incrível álbum, lançado no final de 2011 com a parceria entre a potente voz de Beth Hart e a técnica de Joe Bonamassa, um dos melhores guitarristas da atualidade, foi produzido com alma e paixão de músicos apaixonados pelo clássico jazz. Com regravações e arranjos contemporâneos, Don´t Explain surgiu da ideia de reproduzir as famosas canções de alguns dos ícones mais importantes da música negra. Ray Charles, Etta James e Aretha Franklin foram muito bem representados nesse incrível disco que cabe ao nosso tempo.

Acompanhado de sua banda em carreira solo, Joe Bonamassa deu vida aos novos arranjos, porém quem brilha mesmo nesse álbum é Beth Hart. Sua voz potente e rouca são marca registrada desse projeto, às vezes com incrível semelhança à voz de Amy Winehouse, principalmente na faixa 2, “Chocolate Jesus”. Confesso que demorei muito tempo para acreditar que não era a Amy. A balada “I´d Rather go Blind” é empolgante do início ao fim, com mais de 8 minutos e um solo arrasador do mestre Bonamassa, com um feeling excepcional e o timbre característico que o consagrou como um dos melhores guitarristas de blues da atualidade. A canção “For my Friends” de Bill Withers transformou-se em um Rock and Roll dos bons, bem ao estilo Beth Hart, deixando-a bem à vontade para fazer o que faz de melhor: cantar com energia!

Produzido pelo produtor inseparável de Joe Bonamassa, Kevin Shirley, “Don´t Explain” promete ficar para a história com um dueto que deu incrivelmente certo e que, esperemos, possam fazer mais coisas juntas daqui pra frente.


Joe Bonamassa no Brasil:
Para quem gosta da carreira solo do guitarrista, ele pousará aqui no Brasil no começo de junho, com uma apresentação no Rio de Janeiro e uma em São Paulo.

Rio de Janeiro
31 de maio, no Vivo Rio

São Paulo
02 de junho, HSBC Brasil


Por Leandro Mendes
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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sinopse: Into the Wild – Na Natureza Selvagem (2007)


Baseado na história real de Christopher McCandless, que aos 22 anos de idade resolveu se aventurar em meio à natureza, o filme Into the Wild é mais que uma simples crítica para nossa sociedade e nosso estilo de vida; é uma história de resistência que nós todos deveríamos nos inspirar.

Christopher nasce em uma família tradicional e bem sucedida da Califórnia, nos Estados Unidos, crescendo para ser um profissional bem sucedido e com todo o apoio de seu pai através de rígida educação. Chris realiza o sonho de seus pais e se forma em uma das melhores escolas de sua região com notas mais que suficientes para estudar em Harvard, para alegria de seu pai. Porém, seu filho resolve embarcar em uma aventura selvagem, doa todas suas economias para uma instituição de caridade, USS 24.000,00, abandona seus pertences capitalista e vai rumo a uma experiência que julga ser a verdadeira liberdade, sem a hipocrisia da sociedade para nos corromper.

A partir daí a história ganha vida e Chris passa a aprender diversas lições de vida pelas pessoas que passam pelo seu caminho, oferecendo-lhe carona, trabalho, casa e até mesmo amizade. As lições são recíprocas e Chris deixa seu rastro de felicidade por onde passa, rumo ao Alaska, o ponto principal de sua experiência. Porém, um pequeno problema o impede de prosseguir sua jornada, e é exatamente nesse ponto que está a melhor parte do filme, as mensagens mais sinceras e emocionantes, nos fazendo encher os olhos de lágrima e pensar sobre nossa existência e nossa vida.

Com uma incrível trilha sonora de Eddie Vedder, fotografia de brilhar os olhos e um roteiro mais do que bem elaborado, o diretor Sean Penn nos oferece mais um ótimo trabalho cinematográfico: uma verdadeira lição de vida e um tiro no pé do American Way of Life.

“A felicidade somente é real quando compartilhada”

Por Leandro Mendes
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sexta-feira, 23 de março de 2012

Sinopse: Pink Floyd The Wall – O Filme – (1982)


Baseado no histórico álbum de 1979 da banda inglesa Pink Floyd, o filme Pink Floyd The Wall é considerado um clássico do cinema mundial, por retratar através de cenas memoráveis o que Roger Waters representou com belas composições e letras emocionantes, retratando seus mais sinceros sentimentos da época.

O filme retrata a história de Pink, um roqueiro frustrado, que sente abandonado no mundo pelos pais, pela fama, pela mulher, culpando-os por seu isolamento e insatisfação. Seu pai foi morto na guerra ao defender a pátria e não deixou memórias boas, sua mãe superprotetora impediu de evoluir como homem, sua mulher o trocou por outro homem e os professores e a escola – tão bem retratados no filme – o oprimiram por escrever poemas e músicas.

Com todos esses motivos finalmente chegamos à analogia do nome dado ao filme: The Wall. Pink passa a construir um muro para se afastar do resto do mundo, onde cada um desses motivos representa parte desse muro.

O mais incrível do filme se deve ao fato de ter pouquíssimas falas, sendo contado por meio das canções do álbum The Wall e suas letras emocionantes. Isso prova que Waters já via um filme em sua cabeça ao compor o que seria considerado um dos melhores discos do Rock Progressivo e um dos melhores filmes do ano.

 

Por Leandro Mendes
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O DUB e suas raízes

                     (King Tubby | foto: Vague Terrain)
 
Lucifer son of the mourning, I'm gonna chase you out of earth!”. Max Romeo, autor da música “I Chase The Devil” (1976) do álbum “War Ina Babylon" (1976) foi um dos grandes nomes do Reggae, estio musical jamaicano. O reggae, criado na década de 60 com influência do Ska, retratava a miséria e a guerra nos países africanos.

Na mesma década, outro estilo musical surgia, vertente do reggae: o Dub. Um dos percurssores mais importantes na realização e concretização deste estilo foi King Tubby. Alguns anos depois, Mad Professor desenvolve também o dub e passa a ter notoriedade em bandas comerciais. Na “Virada Cultural 2011”, evento comemorativo com 24 horas de duração, realizado em diversos pontos da capital paulista pela Prefeitura, Mad Professor marcou presença na Avenida São João, Centro de São Paulo. Sensacional!


Inicialmente, o dub era remix de músicas de reggae. Eram valorizados metais, bateria e o baixo. O vocal não era tão trabalhado. Com base nesses elementos em destaque, a originalidade do som grave e rítmico transpassava a barreira do comum. De certa forma, o dub significa a introspecção do individuo, a sua mente em sucessiva ascensão.


Na produção das músicas era possível encaixar sons externos presentes no ambiente (água corrente, estalos, tiros, gritos), gravados e inclusos por engenheiros de som ou demais profissionais da música que tivessem capacidade criativa em expansão e conhecimento dos equipamentos e procedimentos técnicos necessários.


O interessante deste estilo musical é que todo o material de trabalho para a produção do dub é reaproveitado por seu criador, estimulando a criatividade e originalidade de cada compositor. Kanka, Augustus Pablo e Lee "Scratch" Perry são exemplos de compositores de dub.


Atualmente, o dub é tocado em casas de música alternativa e em shows de reggae. Em São Paulo há bares que tocam dub. Vale a pena pesquisar e conhecer esse estilo musical, tão envolvente e profundo. Fire!

Por: Thiago Alzani

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sinopse do filme "Sonhos" - (1990) Akira Kurosawa



Título Nacional: "Sonhos"
Título Internacional: "Dreams" (EUA), "Yume" (Japão)
Idioma: Japonês
Diretor: Akira Kurosawa
Elenco:  Akira Terao, Mitsuko Baishô, Toshie Negishi, Mieko Harada, Toshihiko Nakano e Yoshitaka Zushi

O filme "Yume" (japonês)\"Sonhos"(português)\"Dreams" (inlgês), produzido em 1990 por Akira Kurosawa, é uma produção íntima, associada aos diversos sonhos que o diretor teve no decorrer da sua vida.

Diferente das demais produções, "Sonhos" possui oito filmes (sonhos) de curta duração acompanhados de fotografias, coreografias e maquiagens impressionantes. Os diálogos entre os personagens são temporais. Cada sonho possui contextos diferentes, mas em determinados momentos parecem que se encontram.  A singularidade de cada história envolve o espectador  e o faz refletir, do início ao fim do filme. 

No primeiro sonho titulado "Um raio de sol através da chuva", a teimosia de um filho diante da proibição da mãe em um dia chuvoso resulta em um drama comovente, pois diz a lenda que "quando o sol está brilhando através da chuva, as raposas se casam". Se durante a cerimônia algum convidado indesejado aparecer, este não poderá mais retornar à sua família, sendo obrigado a seguir o caminho solitário e sem volta ao final do arcoiris (casa das raposas). 

No quarto sonho, "O túnel", um oficial do exército japonês caminha por uma estrada até cruzar um túnel escuro. Retornando da guerra e sozinho, passa a sentir uma estranha presença no lugar. Durante a sua parada e retomada do percurso, um soldado yurei (fantasma japonês) sai das sombras e vai até o oficial. Explicar que a vida não pertence mais ao corpo do soldado, bem como das demais presenças sobrenaturais, pode ser o início de um irreversível e macabro desespero.


Esses dois sonhos são uma pequena amostra da qualidade e da originalidade de Kurosawa. Unir todos os quadros de Van Gogh, descrever uma catástrofe nuclear no japão (vale a pena comparar com os desastres naturais no início de 2011) e a sobrevivência de alpinistas diante de uma tempestade de neve são outros sonhos que vão se formando durante o filme. 

São elementos significativos que fizeram do cineasta ser uma referência para Jorge Lucas e Steven Spilberg. Ícone e vencedor de diversos prêmios internacionais como melhor filme estrangeiro, Akira Kurosawa relutou pelo cinema japonês, promovendo os sentimentos do ser humano, em suas mais variadas situações.


Por: Thiago Alzani

Sinopse Cinemusical

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Sinopse do filme “Capitão América” – O Primeiro Vingador (2011)




Título Nacional: Capitão américa - o Primeiro Vingador
Título Internacional: Captain America: The First Avenger
Idioma: Inglês 
Diretor Joe Johnston
Elenco: Chris Evans, Stanley Tucci, Tobu Jones, Tommy Lee Jones, Samuel L. Jackson, Hugo Weaving



“Capitão América” foi um dos primeiros heróis da Timely Comics (atual Marvel Comics) criado pelos desenhistas Joe Simon e Jack Kirby a sair em quadrinhos nos EUA, na década de 40.
No período da 2ª Guerra Mundial, Adolf Hitler tenta conquistar a Europa através da sua campanha antissemita em busca da hegemonia da “raça ariana”. Aliado de cientistas, generais e demais autoridades, o Füher conhece Johan Schmidt (Hugo Weaving, “The Matrix”). Mesmo a sua história não sendo contada no filme, esse vilão seria um dos mais temidos.

Johan era filho de camponês e não teve estrutura familiar. O primeiro encontro entre Hitler e Johan, ainda pequeno, ocorre em um motel hospedado pelo líder nazista. A partir daquele momento, Hitler adota o garoto e passa a educá-lo pessoalmente. Mais tarde, Johan se transforma no Caveira Vermelha com a ajuda do cientista Dr. Arnim Zola (Toby Jones, “Confidential – Truman Capote”). Com a nova identidade, torna-se um dos mais perigosos inimigos do Capitão América.



Nesse mesmo período, do outro lado do Oceano Atlântico, os EUA estavam recrutando jovens para o exército. Entre os que buscavam ser um diferencial ao seu país, Steve Rogers (Chris Evans, “O Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”), um garoto franzino e com saúde debilitada tenta incansavelmente ser selecionado para aturar nas Forças Armadas. Suas tentativas não resultam positivamente até que conhece o Dr. Abraham Erskine (Stanley Tucci, “O Diabo Veste Prada”), que o escolhe e o transforma em um soldado com poderes sobre-humanos, através de um composto químico. Nasce então o Capitão América, equipado de um escudo de aço raro, projetado pela Stark, e caracterizado com uniforme azul e branco (o espírito patriota não é por acaso).
O filme mostra as passagens do herói em um período conturbado pela guerra e a sua imagem como salvação mundial. As lutas contra o exército do Caveira Vermelha, a fotografia do filme e o desenvolvimento da história são fiéis aos quadrinhos. O mais legal de tudo é que os filmes da Marvel vão se encaixando na história como a aparição do Stark do “Homem de Ferro” e “Thor”. O personagem não tem experiência amorosa, é um pouco desengonçado, mas o seu coração é puro e repleto de compaixão.
Quando for assistir no cinema, aguarde os créditos terminarem. Para quem gosta do Universo Marvel se surpreenderá com o próximo filme da série.

Por Thiago Alzani
Sinospe CineMusical

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Sinopse do Filme O Monstro (Il Mostro) – Roberto Benigni (1994)


Título Original:
 Il Mostro
Título Nacional: O monstro
Idioma: Italiano
Diretor: Roberto Benigni
Elenco:  Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Michel Blanc

O diretor italiano Roberto Benigni, mais conhecido com sua tragicomédia “A vida é Bela”, realizou um ótimo trabalho ao produzir, escrever,dirigir e atuar em seu filme “O Monstro”. Isso mesmo, ele é quase um Woody Allen do cinema italiano!

O Monstro, lançado em 1994, retrata a história de  Loris, um caloteiro de primeira, que vive dando golpes em todos, inclusive no síndico de seu condomínio. Ao mesmo tempo, um serial killer está a solta, estuprando e matando diversas mulheres de forma trágica e totalmente brutal. O hilário do filme, é que o serial killer acaba sendo confundido com o desajeitado Loris.

A polícia por fim, começa a busca para tentar pegar Loris no ato do crime. A solução: transformar umas de suas melhores policiais em uma mulher quente e ávida por sexo e colocá-la frente a frente com suposto criminoso. O que acontece é incrível. Cenas cômicas e, claro, a negação de Loris para não cair nas garras dessa mulher louca e sensual, contrariando as ações esperadas para um criminoso.

Jéssica, a policial espiã, começa a perceber que Loris é apenas um simples caloteiro criativo incapaz de machucar uma mosca. O barato do filme é que tudo indica Loris ser realmente o assassino em série. As situações cômicas de Loris também podem ser facilmente confundidas com as de um assassino.


A atuação de Roberto Benigni está impecável e o roteiro é incrivelmente bem escrito e estruturado. Garanto que você não vai descobrir o final da empreitada de Loris antes de assistir “O Monstro”.

Boa diversão!

Por Leandro Mendes
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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Diego Martins | Show no Sesc Vila Mariana (blues)

A mais nova revelação do blues nacional realizou o show de lançamento de seu primeiro disco no auditório do Sesc Vila Mariana, em São Paulo, no último dia 19 de julho. Aos 20 anos de idade, Diego Martins mostrou-se um músico maduro e de extrema qualidade, tanto com sua potente voz e sua belíssima Fender Stratocaster branca. 

Diego tem uma sensibilidade mágica para criar melodias e solos mais do que autênticos, claro, com diversas influências: Jonny Lang, John Mayer, Stevie Ray Vaughan e Buddy Guy. Apesar de ser seu primeiro disco, Diego Martins provou que é capaz de produzir blues de primeira qualidade. O álbum possui 10 incríveis músicas - todas de sua autoria, diga-se de passagem – compostas em um inglês muito bem cantado.

A primeira canção, “Dice Once Again”, segundo as palavras do próprio Diego é a mais Rock and Roll do disco. E bota Rock and Roll nisso! O riff de guitarra criado é simplesmente genial e pegajoso. O solo dessa canção é um dos melhores do disco de estreia do guitarrista. A segunda faixa do disco, “Those Big Eyes” é uma forte referência ao soul funk pop americano. O swing de sua guitarra praticamente convida para dançar, mesmo que você esteja na calma de sua casa e pique algum para sair requebrando ao estilo James Brown. Aliás, Diego Martins requebra praticamente o show inteiro, movendo suas pernas de um lado para o outro, com os olhos fechados e tocando sua bela guitarra. Esses movimentos me fazem lembrar Dave Matthews nos palcos.

Claro, não poderiam faltar as baladas. No palco do Sesc Vila Mariana, Diego Martins disse: “Essa é para os apaixonados!”, revelando um simpatia única. Logo depois vieram os primeiros acordes. Era a sétima música do álbum: “So in Love”. Que bela canção! A 3ª faixa do disco também é uma daquelas baladas de tirar o fôlego, porém segue uma levada mais pop e animada, lembrando o guitarrista português, naturalizado no Canadá, Anthony Gomes.

Se você gosta de blues de primeiríssima qualidade, provavelmente vai se encantar com nosso mais novo guitarrista do cenário blues nacional.

Fica aí a dica e uma música só pra te deixar com gostinho de quero mais.
Fique atento a sua agenda de shows, pois provavelmente Diego Martins vai sair tocando pela noite paulista: http://www.myspace.com/diegomartinsoficial

Por Leandro Mendes
Sinopse CineMusical

terça-feira, 19 de julho de 2011

Red Hot Chili Peppers | Música nova - The Adventures of Rain Dance Maggie (I´m With You)

Prestes a vir ao Brasil para o Rock In Rio, o Red Hot Chili Peppers teve o primeiro single de seu novo álbum divulgado na internet. A música "The Adventure Of Raindance Maggie" estava prevista para ser lançada na segunda-feira (18), mas começou a circular na web na tarde da última sexta-feira. Ouça a música abaixo:

 
Segundo relatos de fãs, a música foi disponilibilizada por alguns minutos no site oficial do Red Hot e, em seguida, retirada do ar. Algumas pessoas conseguiram gravar a faixa e disponibilizaram em diversos sites.

"The Adventure Of Raindance Maggie" é o primeiro single do álbum "I'm With You", que sai no dia 30 de agosto. A capa do novo trabalho, que traz uma mosca em cima de uma cápsula de remédio, foi feita pelo artista britânico Damien Hirst. "É uma imagem. É arte. Icônica. Não definimos um significado, mas está aberto para interpretação", disse o vocalista Anthony Kiedis.

Mais uma vez, Rick Rubin ficou encarregado da produção do trabalho, que será o primeiro sem o guitarrista John Frusciante desde "One Hot Minute", de 1995, gravado por Dave Navarro. Frusciante deixou o grupo em 2009, sendo substituído por Josh Klinghoffer.

O Red Hot vem ao Brasil em setembro para uma apresentação em São Paulo, no dia 21 daquele mês, e outra no Rio de Janeiro, no dia 24. No festival, a banda se apresenta com Snow Patrol, Capital Inicial, Stone Sour e NX Zero.

Fonte: www.uol.com.br

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Sinopse do filme “Meia noite em Paris” – Midnight in Paris (2011)


Título Original:
Midnight in Paris
Título Nacional: Meia noite em Paris
Idioma: Inglês
Diretor: Woody Allen
Elenco: Owen Wilson, Rachel McAdams, Kurt Fuller, Mimi Kennedy.

O filme “Meia noite em Paris” é mais uma grandiosa produção do incrível Woody Allen. Digo grandiosa não por efeitos especiais, o que não é bem o estilo do diretor, mas sim pela inteligência do roteiro. O filme segue a mesma linha que consagrou o diretor: diálogos sarcásticos, personagens característicos e uma lição cultural de primeiro nível.

Gil (Owen Wilson) é um escritor americano frustrado e mal compreendido que obteve muito sucesso escrevendo roteiros de grandes produções em Hollywood. Porém, resolve se dedicar exclusivamente à literatura, dando início ao seu primeiro romance. Em uma viagem à Paris, juntamente com sua noiva e seus insuportáveis pais, Gil embarca em uma louca aventura na companhia de seus maiores ídolos da literatura e da arte. Claro, todos esses ídolos já foram desta para melhor. Imagine você poder voltar no tempo, sabe-se como, e poder reviver momentos raros na vida de Picasso, Salvador Dalí, Hemingway e o casal Fitzgerald? Não seria o máximo?

Woody Allen consegue fazer isso parecer totalmente real e possível pelas belas ruas de Paris, que está incrivelmente bem retratada pelas lentes do diretor.
 

Gil se apaixona pela capital francesa e passa a escrever com fervor e dedicação. Seu maior desejo torna-se morar em Paris, porém isso parece um absurdo para sua noiva, que passa a tratá-lo como louco. A verdade é que Gil encontrou a verdadeira felicidade e agora sua vida pode mudar completamente.

Por Leandro Mendes
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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sinopse do filme Os Piratas do Rock – The Boat that Rocked (2009)


Título Original: The Boat That Rocked
Título Nacional: Os Piratas do Rock
Idioma: Inglês
Diretor: Richard Curtis
Elenco: Philip Seymour Hoffman, Bill Nighy, Nick Frost

A recente comédia do diretor Richard Curtis (criador do consagrado personagem Mr. Bean), estrelada pelos incríveis Philip Seymour Hoffman e Bill Nighy, retrata a época dos anos 60 de um modo um pouco diferente: em alto mar.

A história gira em torno de uma rádio pirata com sede em um divertido barco que navega pelos mares próximos à Grã-Bretanha. São diversos Dj´s reunidos e com apenas um propósito: tocar Rock and Roll a qualquer custo! Em meio a explosão do Rock, com Beatles, Who, Elvis, as rádios “oficiais” inglesas insistem em tocar apenas música clássica e notícias ao estilo BCC. Daí então, em forma de protesto, surgem as rádios piratas, que acabam por conquistar cerca de 90%. Claro, isso acaba por incomodar o governo inglês.

O barco é praticamente um mundo sem leis, bem parecido com o movimento Hippie, onde cada um faz o que quer, contando que esteja no ar em seu programa diário, sem falta. O governo, representado por um primeiro ministro à la Hitler e seu fiel escudeiro, tenta achar brechas nas leis britânicas para poder acabar com as rádios piratas.

Um fato engraçado do filme é que realmente as mulheres ficam entorpecidas pelos DJ´s da “Radio Rock”, tornando-se fãs incondicionais de cada um deles. A rádio recebia sua legião de mulheres enlouquecidas aos finais de semana, porém no domingo todas deveriam ir embora para deixá-los trabalhar na companhia do Rock and Roll.

O filme tem suas partes super engraçadas, piadas para o gosto inglês e personagens autênticos dos loucos anos 60.

Boa diversão!

Por Leandro Mendes
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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sinopse do filme Scarface (1983) - Com Al Pacino




Título Original: Scarface

Título Nacional: Scarface
Idioma: Inglês
Diretor: Brian de Palma
Elenco: Al Pacino, Michelle Pfeiffer, Robert Loggia, Steven Bauer, Mary Elizabeth Mastrantonio e F. Murray Abraham

O filme Scarface (1983) é um clássico do gênero Gângster. Escrito por Oliver Stone e dirigido por Brian de Palma, o filme retrata a vida de Tony Montana, interpretado por Al Pacino, (“Dia de Cão” e “O Poderoso Chefão”), um cubano que conseguiu sair do país governado por Fidel Castro no famoso e histórico “Êxodo de Mariel”, chegando a Miami em 1980.

Scarface é baseado no filme do diretor e produtor norte-americano, Howard Winchester Hawks, e leva o mesmo título (Scarface), porém, de 1932. Na primeira versão, Antonio “Tony” Camonte (Paul Muni) é um gângster à “Don Corleone”. Já na versão de Oliver Stone, Tony (Al Pacino) é um homem explosivo e dotado da mais pura expressão de loucura.

Na história, Tony Montana consegue refúgio nos EUA por conta da difícil política repreendedora de Fidel Castro. Na chegada à Miami, Tony acompanhado do seu amigo Omar Suarez (F. Murray Abraham) já comete o seu primeiro homicídio em uma quadra destinada aos refugiados cubanos, enquanto aguardam autorização para permanência no país. Já com a sua estadia regularizada e um bico daqui, outro dalí, Tony começa a andar com bandidos e praticar seus primeiros trabalhos ilegais, no papel de “função”(indivíduo que faz repasse de drogas) e de cobrar dívidas pendentes de cocaína. 

Percebendo que o seu caminho poderia ser arruinado por rivais, logo após o assassinato de seu comparsa, o cubano se junta ao cartel de Frank Lopez (Robert Loggia) e todo o seu conhecimento nos negócios e na arte da persuasão são postos em prática. Tudo caminha bem até conhecer a mulher de Frank, Elvira Hancock (Michelle Pfeiffer). Com o seu coração embebecido no mais doce absinto da paixão, Tony percebe que pode sim, conquistar tudo o que anseia, mesmo que o seu caminho se transforme ainda mais em um rastro de sangue e morte em busca do poder. A ascensão do protagonista durante o filme é impressionante. 



Mansão, jantares luxuosos, roupas de grife, banheiras, charutos, ouro, tigre, cocaína, conforto para a sua mulher e armas, muitas armas são algumas das aquisições de Tony.

A famosa frase vista por Tony, (“O Mundo é Seu”, em tradução literal), escrita em um dirigível que sobrevoava a mansão de Frank, é o ponto de partida para a sua obsessão constante em construir um império.

Com Al Pacino, Michelle Pfeiffer, Robert Loggia, Steven Bauer, Mary Elizabeth Mastrantonio e F. Murray Abraham, Scarface é uma obra prima, um relato fiel da angústia ao êxtase; da frieza ao amor; da pobreza ao poder.

“The Word is Your’s”

Por Thiago Alzani
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Cinema, Música e Mortadela: A Verdadeira Casa da Mortadela, uma das melhores opções no Centro de São Paulo


O Centro é a moradia de diversas casas de atração, bares, restaurantes, cantinas, padarias, galerias, cinema, além das empresas de diversos segmentos. Os edifícios Itália e Copan são exemplos típicos da formação arquitetônica da capital e de todo um contexto histórico, de uma beleza singular. Quem nunca visitou, vale a pena conferir.

O Bar Brahma, famoso bar boêmio localizado nas esquinas das avenidas Ipiranga e São João é o reduto do tradicional grupo de samba Demônios da Garoa e do cantor Cauby Peixoto. O bar existe desde a década de 60 e faz parte da história; por presenciar as manifestações durante o Golpe Militar e ser palco da “Virada Cultural”, evento anual promovido pelo Governo do Estado de São Paulo que atrai diversos grupos de música, teatro, danças, exposições nacionais e internacionais.

No Centro, “A Verdadeira Casa da Mortadela”, localizada também na Avenida São João, quase de esquina com a Ipiranga, também faz parte desse cenário tradicional. Inaugurada há 25 anos, a casa é pequena, mas aconchegante. Logo que você entra, as peças de mortadela suspensas e um sino, tocado quando se recebe uma “caixinha”, mostram a identidade do lugar e a simplicidade dos funcionários. Você pode sentar no balcão, de frente para a chapa ou em banquinhos confortáveis no fundo do estabelecimento.

Pão francês, mortadela, queijo e vinagrete é o tradicional sanduíche, que por minuto são servidos cerca de quatro lanches. O chapeiro Raimundo conhece muito bem o pedido dos seus clientes. Geralmente, além da mortadela, sanduíches com salsichão, queijo e vinagrete são os preferidos da moçada e dos senhores que dão uma paradinha na hora do almoço.

Se estiver de passagem conheça “A Verdadeira Casa da Mortadela”, no número 633, da Avenida São João. De segunda à sábado, do 12h00 às 22:h00.

Por Thiago Alzani
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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Roger Waters vem ao Brasil em 2012 para tocar o disco "The Wall", do Pink Floyd

Roger Waters, um dos fundadores do Pink Floyd, virá ao Brasil em março de 2012 para tocar o álbum "The Wall" em três cidades brasileiras.

O músico britânico começa sua turnê no país em Porto Alegre no dia 17 de março. Depois, segue para São Paulo, onde se apresenta nos dias 22 e 23 e, por fim, encerra a sequência de shows no Rio de Janeiro no dia 25. Ainda não há informações sobre os valores ou início da venda de ingressos.


Sendo considerado um dos trabalhos mais importantes na discografia do Pink Floyd, "The Wall" foi lançado em 1979 e executado pela primeira vez ao vivo em 1980. Em 1982, o álbum virou filme dirigido por Alan Parker e com roteiro de Roger Waters.


Fonte: UOL

Por Sinopse CineMusical 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Pearl Jam toca em São Paulo em novembro | Ingressos e preços


A banda Pearl Jam vai se apresentar no estádio do Pacaembu, em São Paulo, no mês de novembro. Ainda não há uma data certa para o show, mas é provável que seja na primeira semana, pouco antes do SWU 2011.

Tudo indica que Pearl Jam fará dois shows em São Paulo e algumas outras apresentações em outros estados, porém ainda não há informação.

Em breve você verá mais informações sobre um dos shows mais esperados do ano,  ingressos, preços, data e local.

Fique ligado aqui no CineMusical.



Por Leandro Mendes

Sinopse CineMusical

terça-feira, 28 de junho de 2011

SWU 2011 | Bandas confirmadas, Programação, Ingressos e Preços


Um dos eventos mais aguardados do ano divulgou hoje (terça-feira) a programação do evento, a cidade sede dos shows e, claro, as bandas que subirão aos palcos.


Bom, vamos por partes. Você que está ansioso para saber quem vai agitar o SWU 2011 na cidade de Paulínia durante os dias 12, 13 e 14 de novembro, vai aí a listinha de algumas bandas confirmadas. Em breve, outras atrações serão confirmadas e você vai poder conferir aqui no CineMusical.

- Black Eyed Peas
- Peter Gabriel
- Snoop Dogg
- Megadeth
- Damian Marley

Os ingressos começarão a ser vendidos a partir do dia 11 de julho por meio do site do evento. (www.swu.com.br) Os valores ainda não foram confirmados, mas já garantiram que a pista premium será menor esse ano, com capacidade máxima para 4 mil pessoas.

É melhor você correr, pois os ingressos provavelmente vão acabar rapidinho, já que o SWU de 2010 obteve sucesso nacional e foi transmitido por nada mais nada menos do que a Rede Globo e Multishow. Eu arrisco dizer que será melhor que o tão falado Rock In Rio 2011, afinal o evento na cidade maravilhosa não agradou o público tanto quanto esperávamos, não é mesmo?

Para mais informações sobre o SWU 2011, acesse o site oficial do evento: www.swu.com.br

Bom, fica aí mais uma dica! Vai juntando uns trocados para os ingressos, arrumando uma barraquinha com algum amigo ou juntando outros trocados para ficar em algum hotel ou hospedagem lá por aquelas bandas. Fica esperto, os hotéis costumam ficar lotados.

Bom show. Ou melhor, bons shows!

Por Leandro Mendes
Sinopse CineMusical

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Red Hot Chili Peppers | Ingressos esgotados (Meia Entrada) - Preços



O Red Hot Chili Peppers confirmou nesta sexta-feira que virá a São Paulo para única apresentação. O grupo, que é uma das principais atrações do Rock in Rio, toca na Arena Anhembi dia 21 de setembro. A banda lança seu novo álbum, I´m With You, em agosto desse ano já com o novo guitarrista Josh Klinghoffer. Provavelmente, você poderá conferir algumas das novas músicas no show.

Os ingressos começaram a ser vendidos dia 05 de julho à meia-noite e custam R$ 500 (pista premium) e R$ 200 (pista normal). A Meia entrada já está esgotada.

A venda de ingressos é realizada pelo site www.livepass.com.br e em pontos do venda. A bilheteria do estádio do Morumbi éa bilheteria oficial, onde não será cobrada a taxa de conveniência.

O show de abertura ficará a cargo da banda inglesa Foals.


Fonte: www.uol.com.br


Sinopse CineMusical