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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Bang Bang Você Morreu! – Teatro do Ator (2012)


A companhia de Teatro D´Rock entrou em cartaz com o novo espetáculo “Bang Bang Você Morreu!” no último dia 20 de março no Teatro do Ator, em São Paulo. Baseada no livro do escritor americano William Mastrosimone, Bang Bang You´re Dead, a peça de teatro gira em torno da mente de Josh, um garoto inteligente, que por diversos motivos e distúrbios psicológicos, decide matar alguns de seus colegas de sala. 

A história se inicia pelo final da história, com Josh na cadeia, onde ouve as vozes vindo da escuridão representadas por seus colegas assassinados, que buscam descobrir os motivos que o levaram a cometer o crime. A partir daí que a história ganha força e o espectador passa a acompanhar a mente de Josh, seus pensamentos, e vai descobrindo ao longo do espetáculo os reais motivos que o fizeram utilizar a arma dada por seus pais para matar seus colegas. Dentre os motivos mais claros estão o Bullying, a superproteção de seus pais e o abandono de sua namorada.

Todos aqui são carne morta!

A frase acima é escrita no quadro negro da sala de aula, mas ninguém sabe quem foi. O principal suspeito: Josh! Quando descobrem que ele foi o autor da ameaça, Josh é expulso da escola e mais uma vez é motivo de piada para seus colegas de sala, alimentando a raiva e fúria em sua mente.

Na peça, são 13 atores trabalhando durante uma hora em um cenário simples, apenas com cadeiras, lanternas e alguns pequenos detalhes de figurino que se alteram ao decorrer da história. Porém, somente o cenário é simples - as falas e versos dos atores são complicados, dinâmicos e muito bem encaixados um a seguir do outro de forma rápida.

O espetáculo "Bang Bang Você Morreu!" fica em cartaz até dia 22 de maio, com apresentações todas as terças-feiras, às 21h, no Teatro do Ator, Praça Franklin Roosevelt, 172, Consolação, SP

Valor: R$ 30,00 (há meia entrada para estudante, classe teatral e aposentados)

Por Leandro Mendes

Sinopse CineMusical

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sinopse: Into the Wild – Na Natureza Selvagem (2007)


Baseado na história real de Christopher McCandless, que aos 22 anos de idade resolveu se aventurar em meio à natureza, o filme Into the Wild é mais que uma simples crítica para nossa sociedade e nosso estilo de vida; é uma história de resistência que nós todos deveríamos nos inspirar.

Christopher nasce em uma família tradicional e bem sucedida da Califórnia, nos Estados Unidos, crescendo para ser um profissional bem sucedido e com todo o apoio de seu pai através de rígida educação. Chris realiza o sonho de seus pais e se forma em uma das melhores escolas de sua região com notas mais que suficientes para estudar em Harvard, para alegria de seu pai. Porém, seu filho resolve embarcar em uma aventura selvagem, doa todas suas economias para uma instituição de caridade, USS 24.000,00, abandona seus pertences capitalista e vai rumo a uma experiência que julga ser a verdadeira liberdade, sem a hipocrisia da sociedade para nos corromper.

A partir daí a história ganha vida e Chris passa a aprender diversas lições de vida pelas pessoas que passam pelo seu caminho, oferecendo-lhe carona, trabalho, casa e até mesmo amizade. As lições são recíprocas e Chris deixa seu rastro de felicidade por onde passa, rumo ao Alaska, o ponto principal de sua experiência. Porém, um pequeno problema o impede de prosseguir sua jornada, e é exatamente nesse ponto que está a melhor parte do filme, as mensagens mais sinceras e emocionantes, nos fazendo encher os olhos de lágrima e pensar sobre nossa existência e nossa vida.

Com uma incrível trilha sonora de Eddie Vedder, fotografia de brilhar os olhos e um roteiro mais do que bem elaborado, o diretor Sean Penn nos oferece mais um ótimo trabalho cinematográfico: uma verdadeira lição de vida e um tiro no pé do American Way of Life.

“A felicidade somente é real quando compartilhada”

Por Leandro Mendes
Sinopse CineMusical

sexta-feira, 23 de março de 2012

Sinopse: Pink Floyd The Wall – O Filme – (1982)


Baseado no histórico álbum de 1979 da banda inglesa Pink Floyd, o filme Pink Floyd The Wall é considerado um clássico do cinema mundial, por retratar através de cenas memoráveis o que Roger Waters representou com belas composições e letras emocionantes, retratando seus mais sinceros sentimentos da época.

O filme retrata a história de Pink, um roqueiro frustrado, que sente abandonado no mundo pelos pais, pela fama, pela mulher, culpando-os por seu isolamento e insatisfação. Seu pai foi morto na guerra ao defender a pátria e não deixou memórias boas, sua mãe superprotetora impediu de evoluir como homem, sua mulher o trocou por outro homem e os professores e a escola – tão bem retratados no filme – o oprimiram por escrever poemas e músicas.

Com todos esses motivos finalmente chegamos à analogia do nome dado ao filme: The Wall. Pink passa a construir um muro para se afastar do resto do mundo, onde cada um desses motivos representa parte desse muro.

O mais incrível do filme se deve ao fato de ter pouquíssimas falas, sendo contado por meio das canções do álbum The Wall e suas letras emocionantes. Isso prova que Waters já via um filme em sua cabeça ao compor o que seria considerado um dos melhores discos do Rock Progressivo e um dos melhores filmes do ano.

 

Por Leandro Mendes
Sinopse CineMusical

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sinopse do filme Scarface (1983) - Com Al Pacino




Título Original: Scarface

Título Nacional: Scarface
Idioma: Inglês
Diretor: Brian de Palma
Elenco: Al Pacino, Michelle Pfeiffer, Robert Loggia, Steven Bauer, Mary Elizabeth Mastrantonio e F. Murray Abraham

O filme Scarface (1983) é um clássico do gênero Gângster. Escrito por Oliver Stone e dirigido por Brian de Palma, o filme retrata a vida de Tony Montana, interpretado por Al Pacino, (“Dia de Cão” e “O Poderoso Chefão”), um cubano que conseguiu sair do país governado por Fidel Castro no famoso e histórico “Êxodo de Mariel”, chegando a Miami em 1980.

Scarface é baseado no filme do diretor e produtor norte-americano, Howard Winchester Hawks, e leva o mesmo título (Scarface), porém, de 1932. Na primeira versão, Antonio “Tony” Camonte (Paul Muni) é um gângster à “Don Corleone”. Já na versão de Oliver Stone, Tony (Al Pacino) é um homem explosivo e dotado da mais pura expressão de loucura.

Na história, Tony Montana consegue refúgio nos EUA por conta da difícil política repreendedora de Fidel Castro. Na chegada à Miami, Tony acompanhado do seu amigo Omar Suarez (F. Murray Abraham) já comete o seu primeiro homicídio em uma quadra destinada aos refugiados cubanos, enquanto aguardam autorização para permanência no país. Já com a sua estadia regularizada e um bico daqui, outro dalí, Tony começa a andar com bandidos e praticar seus primeiros trabalhos ilegais, no papel de “função”(indivíduo que faz repasse de drogas) e de cobrar dívidas pendentes de cocaína. 

Percebendo que o seu caminho poderia ser arruinado por rivais, logo após o assassinato de seu comparsa, o cubano se junta ao cartel de Frank Lopez (Robert Loggia) e todo o seu conhecimento nos negócios e na arte da persuasão são postos em prática. Tudo caminha bem até conhecer a mulher de Frank, Elvira Hancock (Michelle Pfeiffer). Com o seu coração embebecido no mais doce absinto da paixão, Tony percebe que pode sim, conquistar tudo o que anseia, mesmo que o seu caminho se transforme ainda mais em um rastro de sangue e morte em busca do poder. A ascensão do protagonista durante o filme é impressionante. 



Mansão, jantares luxuosos, roupas de grife, banheiras, charutos, ouro, tigre, cocaína, conforto para a sua mulher e armas, muitas armas são algumas das aquisições de Tony.

A famosa frase vista por Tony, (“O Mundo é Seu”, em tradução literal), escrita em um dirigível que sobrevoava a mansão de Frank, é o ponto de partida para a sua obsessão constante em construir um império.

Com Al Pacino, Michelle Pfeiffer, Robert Loggia, Steven Bauer, Mary Elizabeth Mastrantonio e F. Murray Abraham, Scarface é uma obra prima, um relato fiel da angústia ao êxtase; da frieza ao amor; da pobreza ao poder.

“The Word is Your’s”

Por Thiago Alzani
Sinopse CineMusical

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sinopse do filme “O Pequeno Buda” (1993) | Keanu Reeves


Título Nacional:
O Pequeno Buda
Título Original: Little Buddha
Idioma: Inglês
Diretor:  Bernardo Bertollucci
Elenco: Keanu Reeves, Chris Isaak, Bridget Fonda, Alex Wiesendanger, Sogyal Rinpoche, Ruocheng Ying e Greishma Makar Singh.

O filme “O Pequeno Buda” é uma produção singular. Com direção de Bernardo Bertollucci (“O Último Tango em Paris” e “Os Sonhadores”), a história traz profundas relações do indivíduo com o seu “Eu”, a compaixão como fruto de desenvolvimento e o desapego a questões mundanas.
Dean Conrad (Chris Isaak) é um arquiteto bem sucedido e marido de Lisa (Brigdet Fonda). Jesse (Alex Wiesendanger) tem dez anos e é filho do casal. Aparentemente, não é um padrão atípico de família norte-americana, pelo contrário, Lisa diariamente busca Jesse da escola e Dean chega cansado do trabalho.



Enquanto os personagens vão se desenvolvendo nos EUA, um grupo de monges budistas tibetanos conversam sobre a reencarnação de Lama Dorje. No budismo tibetano, “Lama” é a designação para “mestre”, responsável por transmitir a doutrina; o sacerdote. O Dalai-lama que conhecemos é um líder espiritual e foi responsável pela política integral no Tibete. Deixou formalmente o poder, no dia 30 de maio deste ano.

Decididos a ir à busca do jovem que possivelmente tenha reencarnado como Lama, Kenpo Tensin (Sogyal Rinpoche) e Lama Norbu (Ruocheng Ying) saem do Butão e se dirigem a Seattle. Denominados monges budistas, se apresentam à família de Jesse e propõem uma viagem ao país asiático. A partir daí a história de torna surpreendente, pois Jesse conhece mais duas crianças que podem também ser a reencarnação de Lama.

A história do príncipe Siddharta Gautama, que fundou o budismo é muito bem retratada no filme. O ator Keanu Reeves (“The Matrix” e “O Dia em que a Terra Parou”) interpreta o príncipe quando jovem e a sua jornada espiritual posteriormente.

A fotografia e a trilha sonora são deslumbrantes. As cores e a arquitetura dos templos budistas colaboram para uma viagem fantástica e mitológica. O comércio nas ruas e a simplicidade dos habitantes marcam profundamente a cultura do país, na qual a agricultura de subsistência emprega a maioria da população.

Para compreender basicamente esse contexto ético e filosófico, “O Pequeno Buda” é um pontapé; ao estudo e à prática do “Dharma”

Por Thiago Alzani
Sinopse CineMusical

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sinopse do filme “A corrente do bem – com Kevin Spacey (2000)”


Título Nacional: Corrente do Bem
Título Original: Pay it Forward
Idioma Falado: Inglês/2000
Diretor: Mimi Leder
Elenco: Kevin Spacey, Helen Hunt e Haley Joel Osment

O Filme “A Corrente do bem”, dirigido por Mimi Leder, é mais do que uma produção cinematográfica. Não são apenas ótimos atores e atrizes interpretando um simples papel, nem efeitos especiais de tirar o fôlego. É a bela história de um garoto que acredita conseguir melhorar o mundo que vivemos. E ele consegue!


Eugene Simonet (Kevin Spacey) é professor de Estudos Sociais em uma escola típica americana, com problemas de violência e bullying. Trevor (Haley Joel Osment) sofre com o alcoolismo de sua mãe (Helen Hunt) e o abandono de seu pai. O professor Simonet propõe um desafio aos alunos: pensar em algo para melhorar o mundo e colocar em ação.

Diante das ideias infantis, porém comuns a estudantes da 7ª série, Trevor apresenta uma ideia um tanto quanto inteligente. Até mesmo Simonet fica surpreso! Considerando que se uma pessoa ajudar 3 pessoas, essas outras 3 pessoas ajudarem outras 3 pessoas, e assim por diante, o mundo poderá ser muito melhor pra se viver. O que pode ser verdade!

Como assim dizia o projeto, Trevor colocou sua teoria em prática. Ajudou um morador de rua, viciado em drogas, oferecendo comida e um lar para dormir. Claro, sem que sua mãe percebesse. Mas não foi difícil, já que sua mãe era um tanto quanto ausente trabalhando em dois lugares diferentes para sustentar seu vício e o filho que tanto ama. O engraçado é que a teoria dá certo e ganha proporções estrondosas, ganhando a atenção da mídia e de um jornalista em especial, que beneficiado com “A corrente do bem” busca saber onde tudo começou.

A história é sensível, bem elaborada e real. E é essa similaridade com o mundo real que “A corrente do bem” se distancia das demais produções americanas.


Aconselho esse filme a todos. Quem sabe um dia não multiplicamos a bondade com essa velocidade. Afinal, assim como nós estamos destruindo o mundo aos poucos, somente nós conseguiremos colocá-lo nos eixos. A ideia do garoto Trevor pode ser uma forma de começarmos a melhorar o mundo.

Por Leandro Mendes
Sinopse CineMusical

domingo, 29 de maio de 2011

Sinopse do filme “O Lobo da Estepe – Fred Haines (1974)”


Título Nacional:
O Lobo da Estepe
Título Original: Steppenwolf

Diretor: Fred Haines

Nota no Imdb

O filme “O Lobo da Estepe”, dirigido pelo escritor norte-americano Fred Haines, é um clássico do cinema. Baseado no livro alemão “Der Steppenwolf”, de 1927, do escritor Herman Hesse, o filme retrata a vida de um intelectual e a sua frustração com o mundo burguês, além dos diversos conflitos existenciais – aceitará ou não a condição de “lobo da estepe”.
 

O protagonista é o intelectual Harry Haller (Max Von Sydow), alcoólatra e intolerante socialmente. A sua vida é rodeada de estudiosos e por forte presença cultural em suas atividades. Até aí, a narração off do personagem nos momentos iniciais do filme prende o espectador, que se deslumbra entre os desenhos e os recortes nas cenas, dotados de surrealismo.

Quando o existencialismo é abalado, Harry se perde em pensamentos martirizantes, pela necessidade de encontrar ou assumir a sua identidade. É nesse momento que Hermínia, Maria e o jazzista Pablo surgem, mergulhando ainda mais o intelectual nas suas viagens de ópio e destilados.

No ano de sua estreia, em 1974, o filme criou uma nova perspectiva ao cinema para a época. A juventude passava por transformações socioculturais nos EUA (Geração Beat), e na Europa. O descobrimento do LSD foi também um marco fundamental no cinema e na literatura e trouxe uma nova visão do fictício-empírico, com base no uso da droga.

O grande barato é que a trama se intensifica e grandes imagens coloridas e geométricas compõem os cenários, muitas vezes confusos – dá para entender que Harry encontra-se no ápice da sua “trip” – e conseguem contemplar toda narração.

É daí que as revelações dos personagens são surpreendentes.
Sonora e visualmente viajantes, o filme é um relato fiel de uma viagem de ácido lisérgico.

Por Thiago Alzani
Sinopse CineMusical

domingo, 22 de maio de 2011

The Way Back | O Caminho da Liberdade 2010


Título Nacional: O Caminho da Liberdade
Título Original: The Way Back
Idioma Falado: Inglês/ Russo / Polonês 2010

Diretor: Peter Weir

Elenco: Jim Sturgess, Collin Farrel, Ed Harris

"Just Keep Walking"


Nota no IMDB

Além de ótimas atuações e cenas estonteantes, o filme nos faz resgatar aulas de geopolítica, geografia, história e biologia. Chato? Muito pelo contrário, extremamente revolucionário.

Um drama que retrata a história de 7 pessoas que conseguiram fugir de um Gulag (Prisão Soviética de trabalhos forçados situadas nos confins da gélida Sibéria) em busca da liberdade.

Pois bem, vamos por partes. Filme retrata a triste, porém verídica, história de 7 desconhecidos que vivenciaram parte do horror da extinta União Soviética. A opressão, dificuldades, doenças e fome que vivenciaram dentro de um Gulag são bem retratadas no filme.

Por diversos motivos, os 7 protagonistas foram parar como prisioneiros na gélida Sibéria. E com a chegada de uma forte nevasca eles criam coragem para fugir do campo.

O que eles não imaginavam é que isso seria só o início da jornada, pois além dos guardas soviéticos e do inverno cruel, os moradores dos povoados ao redor da região eram pagos para delatar fugitivos. Começa então a jornada para encontrar a liberdade e nesse trajeto atravessam mais de 6 mil quilômetros e 6 países.

No meio da jornada eles encontram um novo membro. Na verdade, uma nova integrante, que também está tentando fugir do sistema.

As atuações estão maravilhosas, caindo no comum Ed Harris impressiona e Collin Farrell mostra que é um ator bastante versátil. Mas as atuações que emocionam são a de Jim Sturgess, que faz o impetuoso Janusz, o mentor e líder do grupo e a jovem Saoirse Ronan, que faz a corajosa e boa Irena.

Apesar de longo, uma produção que faz a gente prestar atenção em cada detalhe.
Um filme que sem dúvida deve entrar na coleção de casa e também escolar, com todos os requisitos para um épico.


Por Ritoca
Sinopse Cinemusical

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A Origem | Inception (2010) – Leonardo di Caprio


Título Original: Inception
Título Nacional: A Origem
País de Origem: EUA
Idioma Falado: Inglês
Ano: 2010

Diretor: Christopher Nolan
Atores: Leonardo DiCaprio, Marion Cotillard, Joseph Gordon-Levitt, Ellen Page.

À primeira impressão, o filme é meio maluco, isso é fato! Basta ler a sinopse e percebe-se que “A Origem” é um filme diferente. Depois de assistir, você acha mais louco ainda. Mas esse é daqueles filmes que você pára pra pensar no filme e vai desvendando tudo aos poucos. Aí você se dá conta de que não é tão louco assim. Pelo contrário, é muito bom! Não à toa, levou 4 estatuetas do Oscar 2011.

“A Origem”, estrelado por Leonardo DiCaprio em atuação emocionante, é um dos clássicos filmes que trabalham com a mente humana, porém por meio dos sonhos. Cobb é especialista em penetrar no inconsciente das pessoas. Utiliza-se desse artifício pra ganhar dinheiro. Como? Fácil: roubando segredos da mente das pessoas.

Cobb possui uma nova tarefa, porém um pouco diferente. Implantar uma ideia na mente de Richard Fischer, um herdeiro bilionário, para que este desmembre sua empresa assim que assumi-la. A ação é uma das mais arriscadas e perigosas da vida de Cobb. No entanto, ele contrata uma equipe de primeira para acompanhá-lo nessa empreitada: seu parceiro Arthur, uma arquiteta para desenvolver os cenários dos sonhos, um bandido capaz de se transformar em outras pessoas e um químico experiente no assunto.



A partir daí o filme ganha uma energia incrível. São diversos detalhes jogados em nossas mentes o tempo todo, que só fazem sentido por completo na última cena do filme. Aliás, que cena! Uns falam que o final não está tão explícito e que podem haver diferentes interpretações. Mas uma coisa é certa: “A Origem” é uma ficção de qualidade raramente nos filmes atuais. Sem contar com os efeitos especiais, que tiram o fôlego de qualquer um.

Pra quem gosta de pensar, duvidar, admirar e assistir a filmes que superam as expectativas, deixo aqui minha sugestão. Garanto que você vai ter um pequeno nó na cabeça e perguntar se toda essa loucura de sonhos é possível. No mínimo, você vai sonhar com “A Origem”. No mínimo!
Por Leandro Mendes
Sinopse CineMusical